Reviews honestas.
Sem nota inflada.
Cada análise aqui foi escrita por alguém que jogou, leu ou usou o produto
de verdade — sem embargo, sem cópia de imprensa devolvida.
GTA 6: o que a Rockstar prometeu, o que ela deve, e o que eu realmente espero.
19 de novembro de 2026. Lucia e Jason, Vice City, estado de Leonida, 200 veículos com interiores interativos e NPCs que passam protetor solar. Tudo confirmado. Nada jogável ainda.
HyperX Cloud III Wireless: 120 horas é um número real. Isso muda tudo.
53mm de driver, 2.4GHz de baixa latência, e uma bateria que durou 75 horas de Baldur's Gate 3 antes de chegar a 50% de carga. O número da caixa, desta vez, não mente.
Chainsaw Man Box Set Vol. 1–11: R$ 438,90 de papel off-white e escolhas da Panini.
O box existe, é bonito, fecha com imã, e tem uma tradução que sobreviveu a uma das polêmicas mais desnecessárias da história do mangá brasileiro. Compra ou não compra?
Keychron Q1 Pro: o teclado que para de existir depois de três dias.
1,7kg de alumínio CNC, gasket duplo, hot-swap, QMK e Bluetooth 5.1. Na terceira semana de uso, você para de pensar nele. Esse é o maior elogio que existe.
Blue Lock: a Copa do Mundo Sub-20 é o que a série prometeu desde sempre.
Trezentos e doze capítulos de setup para chegar aqui. O arco da Copa Sub-20 entrega a premissa original com uma escala que o mangá nunca teve antes.
Jujutsu Kaisen T3: doze episódios que não fecham nada — e tudo bem.
A MAPPA entregou a melhor animação da franquia. O arco Culling Game entregou metade de si mesmo. Essas duas coisas são verdadeiras ao mesmo tempo.
Frieren S2: dez episódios que valeram a espera de um ano.
A segunda temporada não tenta superar a primeira. Ela só aprofunda. É mais lenta, mais curta, e mais precisa do que qualquer pessoa esperava.
Resident Evil Requiem: o medo que a Capcom tinha esquecido como se faz.
Trinta horas no escuro e ainda escuto o som do corredor do segundo capítulo. Requiem não é o melhor Resident Evil já feito, mas é o que mais me lembrou por que comecei a jogar a série.